Pelo direito de fraquejar
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Quantas vezes eu comecei a escrever esse post e parei no meio do caminho...
Quantas vezes eu tive medo de ser mal interpretada, de parecer reclamona,
d...
29 de dezembro de 2011
Calor, piscininha e uma mangueira
Fomos passar o Natal na casa da vovó Regina, estava muito calor, ainda mais por ser no interior. Não tive dúvida, compramos uma piscina maior, um maiôzinho e foi a maior festa!
10 de dezembro de 2011
1 ano e 4 meses
Desenvolvimento da Nina
- Anda e corre. Ainda tropeça e cai mas se levanta sozinha e continua.
- Encaixa coisas pequenas (tipo canudinho no furo da caixinha de suco) mas ainda não relaciona a peça certa ao encaixe nos brinquedos.
-Vira paginas dos livros (aliás adora livros, adora que eu conte as histórias pra ela)
- Já consegue rabiscar com giz de cera, fraquinho e alguns traços mas consegue. Tentei pintura a dedo mas foi um desastre! Adivinha onde foi parar a tinta? Quem disse boca, acertou!
- Está aprendendo a comer sozinha com os talheres, consegue trazer direitinho até a boca, mas pegar no prato ainda é difícil.
- Estica os bracinhos e ajuda a vestirmos ela. Está demonstrando interesse em tirar e colocar sapatos. Esses dias colocou sozinha meu chinelo e ficou toda feliz!
- Joga brinquedos mas já aprendeu a guardá-los quando pedimos. Também consegue entregar algo que está segurando para nós de vez em quando ( para um bebê energético, leonino, que pensa que é o centro do universo já é um passo! rs)
- Quando está irritada e não deixamos ela fazer o que quer as vezes se torna agressiva e até bate de vez em quando, mas nós falamos que machucou e pedimos pra fazer carinho e ela faz, tão bonitinho, sempre na cabeça.
- Impressionante como ela entende os comandos. Já consegue trazer coisas que estão com/próximas a ela pra nós
- Quando vai fazer cocô ela pára e dá uma agachadinha. É batata! Perguntamos se ela fez cocô e quase sempre ela aponta pra fralda e fala alguma coisa (na língua dos bebês, rs). Sobre o xixi por enquanto não percebi nenhum padrão.
- Bate palmas quando ouve na abertura na abertura do show do Djavan a platéia aplaudindo.
- Dança, remexe e mexe os bracinhos quando ouve música e está empolgada, seja onde for.
- Faz manha, birra e gosta de mexer onde supostamente é proibido. Quando a repreendemos de longe ela dá risada (claro, só estamos dando a ela o que ela quer: atenção). Na maioria das vezes quando desço no nível dela, olho nos olhos e digo que não pode ela não faz mais. Passeios ao shopping são uma coisa a parte, acho que é muita informação, muitas pessoas e lugares pra explorar, temos dificuldade.
Palavras que ela já fala:
Auau - primeira de todas e a mais usada. Se ela escuta um cachorro latindo sai falando "uauauau". Também é usado para outros animais como elefante, girafa, macaco...
T ou thi - junto com o sinal de eat em sign language quando perguntamos se ela quer comer.
Tau, tautau e bá - Dando tchauzinho
Tatai e Taitai - chamando o pai
Mamã e mamãe - meu coração se derrete!
Esse - apontando pra algo que ela quer
De resto nada que compreendemos mas ela tá super faladeira.
- Anda e corre. Ainda tropeça e cai mas se levanta sozinha e continua.
- Encaixa coisas pequenas (tipo canudinho no furo da caixinha de suco) mas ainda não relaciona a peça certa ao encaixe nos brinquedos.
-Vira paginas dos livros (aliás adora livros, adora que eu conte as histórias pra ela)
- Já consegue rabiscar com giz de cera, fraquinho e alguns traços mas consegue. Tentei pintura a dedo mas foi um desastre! Adivinha onde foi parar a tinta? Quem disse boca, acertou!
- Está aprendendo a comer sozinha com os talheres, consegue trazer direitinho até a boca, mas pegar no prato ainda é difícil.
- Estica os bracinhos e ajuda a vestirmos ela. Está demonstrando interesse em tirar e colocar sapatos. Esses dias colocou sozinha meu chinelo e ficou toda feliz!
- Joga brinquedos mas já aprendeu a guardá-los quando pedimos. Também consegue entregar algo que está segurando para nós de vez em quando ( para um bebê energético, leonino, que pensa que é o centro do universo já é um passo! rs)
- Quando está irritada e não deixamos ela fazer o que quer as vezes se torna agressiva e até bate de vez em quando, mas nós falamos que machucou e pedimos pra fazer carinho e ela faz, tão bonitinho, sempre na cabeça.
- Impressionante como ela entende os comandos. Já consegue trazer coisas que estão com/próximas a ela pra nós
- Quando vai fazer cocô ela pára e dá uma agachadinha. É batata! Perguntamos se ela fez cocô e quase sempre ela aponta pra fralda e fala alguma coisa (na língua dos bebês, rs). Sobre o xixi por enquanto não percebi nenhum padrão.
- Bate palmas quando ouve na abertura na abertura do show do Djavan a platéia aplaudindo.
- Dança, remexe e mexe os bracinhos quando ouve música e está empolgada, seja onde for.
- Faz manha, birra e gosta de mexer onde supostamente é proibido. Quando a repreendemos de longe ela dá risada (claro, só estamos dando a ela o que ela quer: atenção). Na maioria das vezes quando desço no nível dela, olho nos olhos e digo que não pode ela não faz mais. Passeios ao shopping são uma coisa a parte, acho que é muita informação, muitas pessoas e lugares pra explorar, temos dificuldade.
Palavras que ela já fala:
Auau - primeira de todas e a mais usada. Se ela escuta um cachorro latindo sai falando "uauauau". Também é usado para outros animais como elefante, girafa, macaco...
T ou thi - junto com o sinal de eat em sign language quando perguntamos se ela quer comer.
Tau, tautau e bá - Dando tchauzinho
Tatai e Taitai - chamando o pai
Mamã e mamãe - meu coração se derrete!
Esse - apontando pra algo que ela quer
De resto nada que compreendemos mas ela tá super faladeira.
19 de novembro de 2011
A catapora que não era catapora e a convulsão que não era convulsão
Pois é.
No final dos tais 10 dias de quarentena fomos buscar a Nina na casa da minha mãe. E para minha surpresa as bolinhas vermelhas não formaram bolhas nem casquinha. Levamos ao médico na cidade da minha mãe e ela foi diagnosticada com estrófulo (alergia a picada de inseto para nós, leigos). 10 dias longe da pequena a toa.
Pior é que já vi mais 2 casos como o da Nina. De diagnóstico errado de catapora! Será que é mais fácil pros médicos chutar?
Bom, a Nina voltou de lá com uma tossinha que foi ficando. Medicamos com homeopatia pela pediatra dela, melhorou mas não passou. Ficou por cerca de 3 semanas até que semana passada ligam da escolinha dizendo que ela estava com febre super alta 39,7º. Disse pra dar remédio que eu já estava indo buscar.
Saí do trabalho um caco...chorando... Não por ela estar doente (mais uma vez), mas por toda essa situação de querer-ser-mãe-de-casa-mas-estar-trabalhando-e-achar-melhor-e-mandar-a-pequena-na-escola-sem-ter-alguem-pra-acudir-quando-ela-ficar-doente deu pra entender?! rs
Fiquei imaginando como eu poderia ter mais filhos (já comentei aqui que minha vontade é de ter 3)? E quando um ficasse doente? E quando eles ficassem doentes juntos? Pensei que teria que contratar uma babá mas eu pessoalmente prefiro escola por causa do desenvolvimento...e blablabla...
Sim, estava pensado em tudo isso até que ligam da escola novamente.
"Mãe, estamos levando a Nina pro hospital, você tá vindo?" - Eu: o que? como assim? pra onde?
Daí que ela estava convulsionando e levaram correndo pra um hospital próximo.
Cheguei correndo e ela tinha vomitado um monte, mas aparentemente estava bem. Me explicaram depois que ela teve alguns sintomas de febre alta mas não uma convulsão de verdade pois quando chegou apresentava normalidade. Medicaram, deram banho e etc. Eu fiquei aliviada, mais ainda por saber que estão atentos na escola caso alguma coisa grave aconteça.
Estou repensando continuar com o blog. Quase nunca posto e quando escrevo é sobre doenças... =/
Quando essa fase acaba, please?
No final dos tais 10 dias de quarentena fomos buscar a Nina na casa da minha mãe. E para minha surpresa as bolinhas vermelhas não formaram bolhas nem casquinha. Levamos ao médico na cidade da minha mãe e ela foi diagnosticada com estrófulo (alergia a picada de inseto para nós, leigos). 10 dias longe da pequena a toa.
Pior é que já vi mais 2 casos como o da Nina. De diagnóstico errado de catapora! Será que é mais fácil pros médicos chutar?
Bom, a Nina voltou de lá com uma tossinha que foi ficando. Medicamos com homeopatia pela pediatra dela, melhorou mas não passou. Ficou por cerca de 3 semanas até que semana passada ligam da escolinha dizendo que ela estava com febre super alta 39,7º. Disse pra dar remédio que eu já estava indo buscar.
Saí do trabalho um caco...chorando... Não por ela estar doente (mais uma vez), mas por toda essa situação de querer-ser-mãe-de-casa-mas-estar-trabalhando-e-achar-melhor-e-mandar-a-pequena-na-escola-sem-ter-alguem-pra-acudir-quando-ela-ficar-doente deu pra entender?! rs
Fiquei imaginando como eu poderia ter mais filhos (já comentei aqui que minha vontade é de ter 3)? E quando um ficasse doente? E quando eles ficassem doentes juntos? Pensei que teria que contratar uma babá mas eu pessoalmente prefiro escola por causa do desenvolvimento...e blablabla...
Sim, estava pensado em tudo isso até que ligam da escola novamente.
"Mãe, estamos levando a Nina pro hospital, você tá vindo?" - Eu: o que? como assim? pra onde?
Daí que ela estava convulsionando e levaram correndo pra um hospital próximo.
Cheguei correndo e ela tinha vomitado um monte, mas aparentemente estava bem. Me explicaram depois que ela teve alguns sintomas de febre alta mas não uma convulsão de verdade pois quando chegou apresentava normalidade. Medicaram, deram banho e etc. Eu fiquei aliviada, mais ainda por saber que estão atentos na escola caso alguma coisa grave aconteça.
Estou repensando continuar com o blog. Quase nunca posto e quando escrevo é sobre doenças... =/
Quando essa fase acaba, please?
23 de outubro de 2011
Dia dos Professores
Essa foi a lembrancinha que mandei para as tias da escolinha da Nina. Apesar dela estar lá a pouco tempo, sei o trabalhão que elas tem pra cuidar da nossa princesa! E ela ama o lugar, quer dizer que é bem cuidada.
A foto tá péssima, tirada no cel. Mas tá escrito: Obrigada pelo carinho e dedicação. Comprei 2 barras de Hersheys, personalizei e imprimi os rótulos e foi isso. Simples, barato e personalizado.
A foto tá péssima, tirada no cel. Mas tá escrito: Obrigada pelo carinho e dedicação. Comprei 2 barras de Hersheys, personalizei e imprimi os rótulos e foi isso. Simples, barato e personalizado.
6 de outubro de 2011
Matando as saudades
Tem como não amar?
Família de músico é assim mesmo... Já demos pianinho, microfone e agora a tia que toca bateria tá ensinando.
Hoje meu padrasto mandou esse vídeo da Nina. Só assim pra matar as saudades...
Assim também...
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